Em cima da hora:
Motociclista fica ferido após bater de frente com ônibus em Ribeirão Preto
-
  • Facebook
  • Twitter
  • Orkut
  • Feeds
  • Rodovia que liga Bonfim de Feira à Estrada do Feijão está um caos


    08.04.2016 08h34m
    Recomendar

    A população que mora e frequenta o distrito diz não suportar mais tamanho descaso da administração pública e cobra providências imediatas para recupear a pista
     

    As péssimas condições da estrada que liga o distrito de Bonfim de Feira (BA-499) ao entroncamento da Estrada do Feijão (BA-052) são motivos de constantes reclamações dos moradores da região e dos condutores de veículos que trafegam pela rodovia. Eles convivem com o medo diário de assaltos por conta da buraqueira ao longo dos 12,3km. Além do prejuízo financeiro que muitos têm, porque os veículos quebram constantemente.

    Ouvido por nossa reportagem, o administrador do distrito, Gilson Reis, diz que o problema vem se agravando com o passar do tempo. O risco de acidentes e assaltos é iminente. "As pessoas vivem com medo e evitam passar pela estrada depois das 18 horas, pois, os bandidos se aproveitam da redução de velocidade dos veículos para realizarem assaltos", afirma. 

    A situação tem ultrapassado os limites suportáveis e aqueles que trafegam diariamente pela pista não têm outra alternativa a não ser cobrar nas redes sociais providências das autoridades competentes, já que, dizem não aguentar mais com o tamanho descaso da administração pública com a rodovia que está quase intrafegável, devido aos muitos buracos. 

    "Que buraqueira no caminho de Bonfim de Feira. Prometeram concertar esta estrada e até hoje nada foi feito. Governantes! Lembrem dos bonfinenses", postou a professora Goret Santana em sua timeline no Facebook. Até o fechamento desta reportagem, a publicação do número de compartilhamentos já ultrapavassava duas dezenas e infinitos comentários. Todos com tom de revolta. "Está um verdadeiro caos... Estamos a mercê dos governantes, que insistem em permanecer com os braços cruzados em relação ao nosso distrito...", escreveu Geovane de Assis.

    "Isso é uma vergonha, já está com muito tempo esses buracos, estou vendo a hora de ter um acidente", completou Cristina Santos e as críticas ao governo não pararam por aí. A cada momento a lista de comentários aumentava e na mesma proporção o tom de indignação com "a falta de compromisso da classe política com o distrito", escreveram. 

    Até quando? 

    No último dia 9 de março, o Secretário de Infraestrutura do Estado, Marcus Cavalcanti, se reuniu com o Deputado Estadual Zé Neto, o Vereador Beldes Ramos e alguns representantes do distrito de Bomfim de Feira, para avaliarem a situação da estrada. Em nota à imprensa na época, o deputado reconheceu o problema e prometeu cobrar providências: "o nível que a estrada se encontra atualmente, não será possível deixar que a situação se prorrogue. Vamos continuar cobrando", registrava a nota. 

    Apesar do esforço dos moradores, nada foi feito pelo governo para melhorar a estrada e a população continua a mercê da própria sorte. Segundo o administrador, a rodovia era restaurada até três anos atrás. No entanto, de lá para cá, vive em estado de abandono. Os buracos e os trechos prejudicados só aumentam a iminência do perigo. 

    "A própria população chegou a montar um grupo, fizeram uma vaquinha para arrecadar fundos e tentar tapar alguns buracos. Ainda estamos esperando um posicionamento do governo, com o problema resolvido, teremos um pouco mais de segurança e facilidade para transitar", conclui Gilson.
     



  • Entenda o que é e como funciona criptografia do WhatsApp


    05.04.2016 19h16m
    Recomendar

    Nesta semana, o WhatsApp começou a notificar usuários do aplicativo de que já está utilizando a chamada criptografia de ponta-a-ponta. “As mensagens que você enviar para esta conversa e chamadas agora são protegidas com criptografia de ponta-a-ponta”, dizia a mensagem. O aviso deixou alguns usuários em dúvida sobre o que deveria ser feito e o que seria a criptografia.

    Muitos usuários relataram nas redes sociais suas dúvidas. "Qual é a dessa de criptografia de ponta-a-ponta?", disse @yasm1njulia, na rede Twitter. Outro usuário disse na mesma rede social: "Esse wpp sempre inventando moda!! Que raio é esse de mensagem criptografia?". A criptografia de ponta-a-ponta é um recurso de segurança utilizado pelos administradores do aplicativo. De acordo com comunicado na página oficial do WhatsApp, o sistema visa criptografar (cifrar a mensagem para deixá-la impossível de ser lida quando armazenada) nas duas “pontas” (pessoas que estão conversando) da mensagem. Os desenvolvedores também apontam que é preciso ter a versão mais recente do aplicativo para que a a criptografia de ponta-a-ponta seja ativada.

    "A criptografia de ponta-a-ponta do WhatsApp está disponível quando você e as pessoas com as quais você conversa estão na versão mais recente do nosso aplicativo. Muitos aplicativos somente criptografam mensagens entre você e eles próprios, mas a criptografia de ponta-a-ponta do WhatsApp assegura que somente você e a pessoa com que você está se comunicando podem ler o que é enviado e ninguém mais, nem mesmo o WhatsApp. As suas mensagens estão seguras com um cadeado e somente você e a pessoa que as recebe possuem a chave especial necessária para destrancá-lo e ler a mensagem. E para uma proteção ainda maior, cada mensagem que você envia tem um cadeado e uma chave. Tudo isso acontece automaticamente: não é necessário ativar configurações ou estabelecer conversas secretas especiais para garantir a segurança de suas mensagens", diz comunicado.

    De certa forma, o impedimento de que funcionários do WhatsApp tenham acesso à mensagem também protege a empresa. No início de março, o vice-presidente do Facebook (empresa que é dona do WhatsApp) no Brasil foi preso por não ter repassado informações de mensagens que circularam no aplicativo. Com o modelo de chave criptográfica, nem mesmo o WhatsApp teria acesso a essas mensagens.

    "Importante: A criptografia de ponta-a-ponta está sempre ativada, desde que todos os envolvidos estejam usando a versão mais recente do WhatsApp. Não há nenhuma maneira de desativar a criptografia de ponta-a-ponta", diz o comunicado.

    Fonte: Agência Brasil 



  • Quibe com fibra de Caju é a nova aposta de estudantes da Uefs

    Análise sensorial do produto acontece nesta terça-feira, a partir das 10h, no Labotec-02, módulo 3.
    04.04.2016 15h39m
    Recomendar

    Estudantes da Universidade Estadual de Feira de Santana – UEFS - estão desenvolvendo um novo produto que se propõe a ser uma das maiores inovações do gênero na região Nordeste do Brasil. Diferente daquilo que já está presente no mercado convencional, o Quibe com fibra de Caju é a grande aposta de 9 futuros engenheiros de alimentos da respectiva universidade.

    A ideia surgiu, segundo o grupo, para cumprir uma atividade da disciplina Desenvolvimento de Novos Produtos – ministrada pela professora doutora Jean Márcia Mascarenhas. Nela os alunos são desafiados a criarem um novo produto desde a ideia primária, passando pela questão de embalagem e rotulagem; testes em laboratórios e até a análise sensorial com público.

    Na defesa da ideia, os estudantes argumentaram que no Nordeste brasileiro, onde há grandes cultivos de caju, as fibras geralmente servem para duas coisas: produção artesanal de doces ou ração animal. A castanha do caju é parte comercializada e a polpa, aproveitada para sucos, mas a fibra, mesmo possuindo alto valor nutritivo, ainda é descartada na região.

    Em virtude disto, as estudantes pensaram numa forma de aproveitar a fibra extraída do caju para criarem um produto que ao mesmo agradasse ao paladar e que também trouxesse benefícios à saúde, já que o alto teor de fibras pode melhorar o funcionamento do intestino e dificultar a assimilação de gorduras e toxinas, além de contribuir para o aproveitamento de nutrientes para o próprio corpo. “Nossa ideia era substituir de forma parcial a carne utilizada no quibe. Só que, nos testes, conseguimos substituir 100% da carne por fibra do caju, o que nos deixou bastante felizes”.

    Para concluir a última etapa de concepção do produto, os estudantes vão realizar amanhã, terça-feira (05/04) uma análise sensorial em dois horários: das 10 às 12 horas e das 13 às 17. Na análise é esperada cerca de 100 pessoas. Lá o público vai definir o nível de aceitação e a intenção de compra do produto.


     



Os comentários e textos não representam a opinião do portal; a responsabilidade pelo blog é do autor da mensagem.
Folha do Estado da Bahia
Desenvolvido por Tacitus Tecnologia