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  • García Márquez vendeu 1,5 milhão de livros no Brasil

    Sua obra Cem Anos de Solidão virou marco literário e foi traduzido para diversos idiomas
    18.04.2014 15h32m
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    Com mais de 30 títulos publicados e mais de 1,5 milhão de livros vendido no Brasil, o escritor colombiano Gabriel García Márquez pode ser considerado um dos mais importantes do século 20 e um dos principais da América Latina.
    García Márquez é um dos principais expoentes do movimento literário e cultural latino-americano realismo mágico, ou realismo fantástico, ao lado do peruano Manuel Scorza e dos argentinos Julio Cortázar e Jorge Luis Borges. Lançado em 1967, Cem Anos de Solidão é considerado a obra-prima de García Márquez, tendo atingido a marca de 50 milhões de exemplares vendidos, em 25 línguas, sendo 440 mil do Brasil, segundo a Editora Record.

    Ele iniciou a carreira como jornalista, em 1948, e trabalhou como correspondente em Roma, Paris, Havana, Nova York, Barcelona e na Cidade do México. Entre suas principais obras estão Crônica de uma Morte Anunciada, O Amor nos Tempos do Cólera, Ninguém Escreve ao Coronel, Notícia de um Sequestro e Memórias de Minhas Putas Tristes. Em 2009, García Márquez anunciou que estava encerrando a carreira literária.
    Há controvérsia quanto à data de nascimento do escritor. O site do Prêmio Nobel, recebido por ele em 1982, pelo conjunto da obra, crava a data de 6 de março de 1928, assim como seu certificado de reservista. Porém, também há registro de 1927, na paróquia de San José de Aracataca, em que foi batizado. Na certidão de nascimento, consta a data de 27 de julho de 1930.
    Ele morava na Cidade do México e ficou internado durante oito dias, no início deste mês, com desidratação e infecção pulmonar e urinária. Após superar um câncer linfático em 1999, houve rumores de que o escritor estivesse com câncer no pulmão, nos gânglios no fígado.A página oficial do escritor no Facebook cita García Márquez como “o escritor de língua espanhola mais popular desde Miguel de Cervantes”.
    A Editora Record, responsável pela publicação de García Márquez no Brasil desde 1973, está relançando todos os títulos com novo trabalho gráfico, projeto iniciado no ano passado. Até o fim deste ano, serão relançados o romance de estreia A Revoada (O Enterro do Diabo), O Outono do Patriarca e a coletânea de contos Olhos de Cão Azul.
    Fonte: R7
     



  • Uefs abre inscrição para vestibular 2014.2


    14.04.2014 16h30m
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    A Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs) abriu as inscrições para o vestibular 2014.2 (ProSel), com a oferta de 920 vagas em 25 cursos. Os candidatos devem acessar o portal www.uefs.br e, na seção ProSel, preencher os dados solicitados nos respectivos campos. A inscrição prossegue até 8 de maio de 2014.
    Link para a página de inscrição:
    http://www2.uefs.br:8081/csa/index.php/prosel142/inicial
    É imprescindível a leitura completa do Edital, também disponibilizado na internet. Após preencher o formulário de inscrição, o candidato deve imprimir o comprovante e efetuar o pagamento da taxa de R$ 90 até o dia 9 de maio, na rede bancária. Neste vestibular, a Uefs ofereceu 3.500 isenções para estudantes egressos da rede pública.
    Cinquenta das 920 vagas disponibilizadas, duas por curso, são destinadas a membros de comunidades indígenas e quilombolas. A política de ações afirmativas da Uefs prevê, ainda, a oferta de 50% das vagas para candidatos que tenham cursado, na rede pública, todo o ensino médio e pelo menos dois anos do ensino fundamental (5ª a 8ª série ou 6º ao 9º ano). Destas vagas, 80% são destinadas a candidatos que se declararem afrodescendentes.
    O cartão de convocação será disponibilizado online no período de 8 a 19 de julho. As provas serão aplicadas de 20 a 22 de julho de 2014.
     Fonte: Uefs



  • Prefeito amansa sindicalista, acaba com estado de greve e retarda redução da carga horária


    04.04.2014 10h02m
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    O humor colérico presente no discurso do líder sindical Germano Barreto, quando esteve na Tribuna Livre da Câmara Municipal de Vereadores na manhã da última quarta-feira (02) não o acompanhou quando, com uma comissão de professores, esteve em audiência com o prefeito José Ronaldo de Carvalho no pôr do sol daquele mesmo dia. E daí surge a indagação: qual o resultado deste encontro?
    Bom. Ao que parece, o prefeito da cidade conseguiu amansar o sindicalista, acabar com a paralisação e ainda esticar em 90 dias (até 2 de julho, Dia da Independência da Bahia)  o prazo para avaliar apenas a proposta de redução da carga horária, em sala de aula, dos professores. Outros elementos da pauta de reivindicação como a reestruturação das escolas e o plano de carreira ficaram em segundo plano.  
    No que tange ao cumprimento da lei do piso nacional, garantido pela legislação em vigor, Germano disse, na Câmara, que queria o retroativo a janeiro de 2014. Já com o prefeito, a APLB parece ter esquecido deste retroativo e se preocupou com o vindouro (janeiro de 2015) mas não convenceu o prefeito, que chegou a propor  começar a pagar no último ano do seu mandato.

     “(...) Estaremos cobrando o pagamento do piso para janeiro de 2015, pois  a prefeitura fez uma proposta  inicial para 2016. Mas isso é uma coisa que depende da arrecadação. O prefeito deixou bem claro”, afirmou, ontem, Germano ao portal Acorda Cidade, depois de assembleia realizada em um restaurante no Centro da Cidade.
    O recuo da APLB causou repercussão nas redes sociais, sobretudo por este posicionamento assumido pelo líder em dizer que o prefeito foi bem claro, que para cumprir a lei do piso vai depender da arrecadação. A professora Vivian Nery publicou em sua rede social o seguinte:
    O mesmo sindicato que apresenta uma posição avançada na "Casa da Cidadania", fora hoje, o mesmo que discursava sobre o recuo diante da resposta evasiva de um governo autoritário e intransigente. Recuar num momento onde a insafistação popular ecoa: golpe no IPTU, e onde esse mesmo Governo tenta atrelar os ganhos da categoria mediante aumento na arrecadação do município, e no mínimo uma atitude ingênua, para não dizer pelegagem. APLB NÃO ME REPRESENTA!!!
    Comentando o resultado da assembleia entre a categoria e o executivo municipal, a  professora Márcia Rocha publicou:
    “(...) diante dos embates lamento o resultado da assembleia de hoje. Saí de lá com sentimentos como revolta, raiva e vergonha de ver minha categoria recuar diante do discurso de derrotado da APLB (induzindo a categoria a recuar) e compreendi mais uma vez qual o papel desse sindicato que nos afunda cada vez mais (...)”. 
    Apesar da insatisfação das educadoras, Germano garantiu que vai entrar com duas representações contra a Prefeitura: uma no Ministério Público Estadual e outra do Ministério Público Federal. 
     
     



  • Ciclo de palestra quer revitalizar Educação de Jovens e Adultos


    03.04.2014 16h32m
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    Ciclo de palestra quer revitalizar Educação de Jovens e Adultos
    A palestra começa às 19h30 de hoje

    Objetivando revitalizar a Educação de Jovens e Adultos na Escola Municipal Horácio Silva Bastos, no bairro Caseb, a direção, coordenação pedagógica e corpo docente da unidade de ensino realizam um Ciclo de Palestra, que tem como público-alvo estudantes do turno noturno formados por jovens, adultos e idosos.
    Na abertura do ciclo, que acontece hoje à noite a partir das às 19h30, na própria escola, a estudante de Direito da Faculdade Nobre, Brisa Gomes, profere palestra tendo como principal tema Os Direitos Trabalhistas. Segundo a professora Ana Helena Lima, a palestrante vai trazer esclarecimentos sobre como os estudantes, já que a maioria é formada por trabalhadores, devem fazer para não terem seus direitos negados pelos empregadores. 



  • “Fizeram um estudo canibalesco sobre IPTU, mas não fizeram nenhum para a educação”


    03.04.2014 11h09m
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    Imbuídos do pensamento libertário disseminado por dois vanguardistas da educação durante a Ditadura Militar no Brasil, Paulo Freire e Darcy Ribeiro, que mesmo perseguidos não se furtaram à luta pela qualidade da educação na escola pública brasileira, docentes da educação básica de Feira de Santana lotaram a galeria da Câmara Municipal de Vereadores da cidade na última quarta-feira (02) para protestarem contra a forma, segundo eles, “arbitrária e ditatorial” com que o Governo vem tratando as questões educacionais no município.
    Era unânime na galeria da Casa da Cidadania, a insatisfação com a forma a que os professores são submetidos a dar aulas no município. Eles diziam uns aos outros não suportar mais o “sucateamento de escolas públicas, sobretudo aquelas instaladas nos bairros periféricos e na zona rural, a falta de condições favoráveis a construção do conhecimento por parte dos alunos e a sobrecarga do trabalho docente.
    A fala dos professores na galeria ganhava força na voz do líder sindical, que indignado e quase sem voz, usou a tribuna livre da Câmara para criticar políticas desenvolvidas pelo governo sobretudo a distribuição gratuita do kit escolar e outras demandas:  “Distribuíram um caderno que quando o estudante pega se desfaz. As escolas não têm bebedouros e os professores continuam com carga horária excessiva sem a redução de 1/3 garantidos por lei”.
    Valendo-se da insatisfação popular causada pelo aumento do IPTU, o sindicalista voltou a alfinetar o executivo: “Fizeram um estudo canibalesco para o IPTU, mas não fizeram para a educação”, disse Germano, que também criticou a passividade do parlamento feirense. “Vereadores se possível rompam com Ronaldo e fiquem do lado do povo. Foram eles que elegeram vocês e eles saberão retribuir. Vocês não podem ficar temerosos. Foi o povo que colocou vocês aqui”.
    Hoje, eles estão reunidos para apresentar a categoria o resultado da audiência com o prefeito José Ronaldo realizado na tarde de ontem no Paço Municipal no finalizinho da tarde. Até o momento em que posto esta matéria, não havia informações sobre os encaminhamentos do estado de greve em que se encontram os professores da rede municipal.



  • Professores pressionam Governo e paralisação se estende até amanhã em Feira


    01.04.2014 15h42m
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    razões do protesto

    Depois de realizarem um ato público em frente à Prefeitura Municipal, diversos professores da rede municipal de ensino se dirigiram em massa à Câmara Municipal de Vereadores para pedir apoio do parlamento feirense no combate às questões que comprometem a qualidade do ensino em diversas escolas da rede.
    Na Câmara, eles distribuíram um panfleto que coloca em xeque a justificativa do governo quando este utiliza o investimento em educação para justificar o aumento na taxa do IPTU: “(...) agora aumenta o IPTU em mais de 400% alegando o investimento em educação. Ora, mas qual investimento se as escolas estão caindo aos pedaços?”, questionam.

    Além do panfleto, eles, em coro, começaram a cantar na galeria da Casa: “Ronaldo carrasco da educação de Feira. Aumenta IPTU e nega o plano de carreira”.  E não pararam por aí: “É ou não é piada de salão. Tem dinheiro para asfalto e não tem para educação?”. E por repetidas vezes ameaçavam: “Vamos parar se o governo não parar para negociar”.
    Enquanto provocaram o poder executivo, do outro lado do vidro, no plenário da Casa, Germano Barreto e o presidente do legislativo Justiniano França tentavam uma negociação para que o presidente da APLB usasse os 10 minutos na tribuna livre ainda na manhã de hoje, o que não foi possível porque os professores chegaram após o término da sessão.
    No entanto, as partes acordaram que amanhã, quarta-feira, dia 2, a voz dos professores se fará ouvida na Casa da Cidadania por 10 minutos durante a 18ª sessão ordinária da 17ª legislatura. Eles também agendaram uma audiência com o chefe do Executivo, José Ronaldo de Carvalho, que disse só poder atendê-los no final da tarde desta quarta-feira. Na pauta de reivindicações está o piso salarial, redução da carga horária, reforma do plano de carreira e adequação das escolas.
    Sendo assim, os professores declararam que só retornarão às aulas na próxima quinta-feira, dia 3.



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