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  • Professores em greve preferem pôr seus filhos em escolas privadas


    27.07.2012 13h48m
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    Leo Barsan

    [email protected]

    Salas de aula com temperatura de até 38°C, superlotação, alimentação inadequada, falta de professores, banheiros quebrados... Se fosse uma lista de chamada, segundo professores da rede estadual de ensino, esses e outros problemas responderiam “presente” nos colégios públicos da Bahia.

    Na busca para manter seus filhos longe dessas más companhias que influenciam no aprendizado dos estudantes e desacreditados do sistema de ensino atual, integrantes do comando grevista - que mantêm as escolas da rede estadual paradas 108 dias - preferem colocar suas crias em colégios particulares.

     

     “Trabalho 40 horas semanais em escola pública e jamais colocaria meus filhos nela. Quem não faria um sacrifício para dar o melhor ao seu filho?”, argumentou a professora de Matemática Valdice Borges, que participa da organização do movimento.

    O assunto virou motivo de farpas virtuais entre o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Marcelo Nilo, e o presidente da Associação dos Trabalhadores em Educação (APLB), Rui Oliveira.

    No twitter, os docentes provocaram o parlamentar questionando em qual rede de ensino os filhos dele estudam ou estudaram. A alfinetada ocorreu um dia após a desocupação do saguão Deputado Nestor Duarte, sexta-feira passada, onde os professores acampavam desde o dia 11 de abril.

     Nilo respondeu: “Eu estudei em Escola Publica. O filho do Prof Rui estuda na particular”, cutucou no microblog. Um usuário complementou: “O filho de Rui estuda na escola particular como seus filhos estudaram, @depmarcelonilo. Ou a escola pública é boa e vcs gastam $ por hobby?”.

    Procurado pelo CORREIO, o presidente da APLB não quis comentar o assunto. “A minha vida pessoal diz respeito a mim e a minha família. Não é da conta de vocês. Marcelo Nilo é um desqualificado que quer se promover em cima do movimento dos professores”, bradou Rui, no novo QG da categoria – o Colégio Central.

    A professora Valdice concordou com a posição de Rui Oliveira e complementou: “Vendi confecções e perfumaria para manter meus três filhos em colégios particulares. Até falta de água, a gente encara. Se não levar minha garrafa, fico com a garganta seca. Imagine como os alunos não sofrem”, refletiu.

    A coordenadora pedagógica e integrante do movimento grevista, Edenice Santana, afirmou que seus filhos estudaram em escolas públicas por falta de condições financeiras e questionou a qualificação de parte da grade de professores em salas de aula.

    “As escolas estão cheias de Reda (Regime Especial de Direito Administrativo) e estagiários em formação. Quem quer colocar seus filhos numa escola onde a secretaria de Educação deixa faltar tudo?”.

     Mudança 
    O professor de Artes e dirigente sindical da APLB, Paulo Filgueiras, ressaltou as mudanças ocorridas na escola pública como justificativa para manter seu filho na rede privada. “A escola pública se respeitava. a elite – como Marcelo Nilofrequentava esses colégios, que eram de alta qualidade. Quem ia para particular era relapso e incompetente. Era papai pagou, filhinho passou”, recordou.

     Ele ainda matriculou o filho de 17 anos em colégio estadual, mas voltou atrás. “A realidade hoje é outra. Na última hora, minha mulher apelou para que ele não fosse para o ensino público. O pouco dinheiro que ganho é pra pagar a mensalidade”, ressaltou Filgueiras.

     Ele defendeu a criação de um projeto de lei que determine que os filhos de todos os servidores públicos estudem em colégios sob a coordenação do Poder Executivo. “Se existisse, eu seria o primeiro a colocar meu filho”, assegurou.

     Uma das principais interlocutoras do movimento grevista, a professora Vanessa Matos, ainda não é mãe, mas espera que possa ver seus filhos em colégios públicos. “Cada qual escolhe onde seu filho vai estudar. Espero que o meu possa ter acesso a uma educação pública de qualidade. É por essas melhorias que estamos parados mais de três meses”, defendeu.
    O diretor de organização da APLB, José Dias, lembrou que o filho estuda em colégio estadual. “Estou preocupado com o futuro dele, mas não vou tirá-lo da rede pública, apesar de não haver qualidade nos aspectos estruturais e, em certos casos, pedagógicos”, disse.



  • Estudantes conhecem bastidores do projeto Jornal nas Escolas


    26.07.2012 23h19m
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    Estudantes conhecem bastidores do projeto Jornal nas Escolas
    Encantados com conteúdo e diagramação, os estudantes fotografaram a página especial do projeto

    Texto: Danilo Guerra e Andreia Costa

    Fotos: Guilherme Andriani e Mário Sepúlveda

    Trabalhar com as diferentes modalidades textuais e permitir aos educandos do 4º e 5º anos do Ensino Fundamental, o contato direto com os textos que circulam socialmente, é o objetivo de um projeto didático da Creche Escola Bambino, localizada na cidade de Santo Estevão.

    Como parte do cronograma de atividades do projeto, estava a realização de uma visita à redação de um jornal impresso para conhecer a rotina de produção de notícias. O veículo escolhido pela coordenação foi Jornal Folha do Estado, único diário de Feira de Santana e o de maior circulação no interior da Bahia.

    Então, depois de agendada a visita, os estudantes, a professora e a coordenadora viajaram mais de 30 quilometros  até chegar à sede do jornal, localizada na praça da Matriz, no centro de Feira de Santana, na última terça-feira,dia 24 .

    Aqui, foram  recepcionados pelo chefe de Redação, Danilo Guerra; pelos repórteres Andreia Costa, Thamires Érica e Mário Sepulveda, pela coordenadora do portal jornalfolhadoestado.com, Kalila Gama, pelo editor, Cristiano Alves, e pelo diagramador Claudio Cedraz.

    Na redação, criou-se uma roda de conversa e todos tiveram a oportunidade de assistir o primeiro passo para a produção da notícia, a reunião de pauta. Depois conheceram as subdivisões do jornal, as editorias, linha editorial, as prioridades na divulgação da notícia, os critérios de reportagem, a rotina de produção da notícia etc.

    “Eu achei a visita muito interessante e proveitosa. No projeto de leitura da escola, nossa turma ficou com o tema jornalismo e a visita serviu para tirar várias dúvidas que eles tinham sobre este assunto”, disse Taís Silva, professora.

    As crianças ficaram surpresas com a quantidade de pessoas que trabalham no fechamento do jornal e se entusiasmaram com a rotina dos repórteres. “Foi legal, a gente aprendeu várias coisas. Achei interessante o trabalho de jornalista, pois eu gosto de ler e escrever”, afirmou Anita Angélica, 10 anos.

    Mas um momento vislumbrou professores e estudantes. Foi quando o chefe de Redação apresentou os bastidores do projeto Jornal nas Escolas, desenvolvido pela equipe de Educação do Folha em parceria com a prefeitura municipal de Feira de Santana. Quando a página foi apresentada, todos ficaram pedagogicamente encantados e em uníssona voz gritaram: "que lindo!" A partir daí os flashes invadiram a redação.

     

    Ao final da apresentação, a coordenadora da Bambino, Sidnéia Pedreira, que considerou a visita fundamental para consolidar a prática pedagógica desenvolvida pela unidade de ensino avaliou: “Estou feliz. Nosso objetivo foi alcançado. Os estudantes tiveram oportunidade de presenciar um pouco da rotina de produção do texto jornalístico, gênero textual trabalhado nas turmas”.

    Surpreso com o nível das perguntas feitas pelos estudantes e o olhar crítico e curioso de cada um, o chefe de Redação louvou a iniciativa da escola e parabenizou a equipe pedagógica pela brilhante iniciativa. “O conhecimento é que move o mundo e o jornal impresso tem a função de tornar o mundo conhecido por seus leitores dentro e fora dos espaços educacionais e a Bambinos está de parabéns por ter essa percepção e mostrar para o estudantes que são os jornais que registram a história da cidade, do estado e do planeta”.



  • IFBA divulga resultado de seleção de professores para Pronatec


    26.07.2012 14h57m
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    O Campus Feira de Santana torna público o resultado PROVISÓRIO da seleção de Docentes para o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), do IFBA campus Feira de Santana. De acordo com as especificações do edital, os recursos podem ser interpostos, em formulário específico, na Coordenação de Extensão, do campus Feira de Santana, no prazo de 24h, a partir da data e horário de publicação deste resultado.

    Com relação ao resultado para os candidatos a APOIO ADMINISTRATIVO informamos que devido ao grande número de inscritos o resultado estará disponível a partir de 06 de Agosto de 2012.

     Confira relação aqui



  • Estudante lidera movimento para refundar partido do regime militar


    24.07.2012 15h47m
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    Estudante lidera movimento para refundar partido do regime militar
    Cibele Bumbel Baginski, líder do movimento

    Mais de três décadas depois de extinto o bipartidarismo no Brasil, um grupo com representantes em mais de 10 Estados brasileiros quer tirar dos porões do passado a Aliança Nacional Renovadora (Arena), criada em 1965 para sustentar a então incipiente ditadura militar.

    Mas engana-se quem pensa que o líder dessa iniciativa veste uniforme das Forças Armadas e penteia cabelos brancos. As mais de 150 pessoas comprometidas com o projeto são presididas por Cibele Bumbel Baginski, 22 anos, estudante de Direito na Universidade de Caxias do Sul, na serra gaúcha.

    Para Cibele, a Arena vem suprir a vacância de uma representação de direita em um contexto de pragmatismo ideológico. "Eu diria que, entre os que estão por , não existe partido de direita. Existem centristas, um tanto governistas, na sua maior parte social-democratas (como o PSDB) ou liberais (como era o PFL, hoje Democratas, e o PP)”, disse.

    Ela pondera, exaltando a moderação como virtude própria do conservador que “O perfil do nosso partido não é focado no liberalismo. Como programa, a gente não defende o Estado mínimo nem o Estado máximo, porque o Estado máximo seria implantar uma ditadura aos moldes comunistas e marxistas, e o Estado mínimo seria simplesmente criar um anarquismo".

     

    Com informações do Portal Terra



  • Cancelados benefícios do Bolsa Família por baixa frequência escolar


    23.07.2012 23h10m
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    A baixa frequência à escola levou ao cancelamento do Bolsa Família de 14,7 mil famílias em julho 2,4% do total de atendidos em abril, último mês de acompanhamento dessa contrapartida. Elas perderam os valores integrais do benefício. Outros 7,8 mil jovens de 16 e 17 anos também foram excluídos do programa de transferência de renda, mas nesse caso a família perde apenas a parcela referente a cada um deles, que pode ser de R$ 38 ou R$ 76.

    No entanto, esses beneficiários ainda têm mais uma oportunidade para reverter o cancelamento. Até 31 de agosto, eles podem ir às prefeituras explicar os motivos da falta de atendimento da contrapartida. Depois disso, a gestão municipal poderá apresentar recurso de reversão ao Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS). No último acompanhamento da freqüência, referentes aos meses de abril e maio, 95% dos alunos cumpriram a carga mínima exigida. O percentual obrigatório é de 85% de frequência escolar na faixa etária dos 6 aos 15 anos.

    “Cancelamento é sempre indesejável. O que queremos é que essas crianças voltem a estudar”, afirma o coordenador de Condicionalidades da Secretaria Nacional de Renda de Cidadania (Senarc) do MDS, Marcos Maia. O ministério também suspendeu o pagamento de 61 mil benefícios por 60 dias pelo mesmo motivo. Outros 72 mil estão bloqueados em julho. Nesse último caso, os valores serão recebidos, retroativamente, no mês que vem.

    Maia sugere iniciativas municipais para evitar a perda do benefício. “É preciso que os gestores se comuniquem mais com os beneficiários, insiram as famílias no acompanhamento familiar ou apresentem recurso de reversão, nos casos em que a baixa frequência apontada tenha sido um engano.”

    Do total de repercussões (325.410 famílias), as advertências alcançaram 52%, os bloqueios foram responsáveis por 22% e as suspensões representaram 11% na primeira ocorrência e 8% na segunda. São Paulo foi o estado que apresentou o maior índice, com 7,8% relação à população atendida, seguido pelo Paraná, com 4,2%. Os menores índices estão no Amapá (0,5%) e Maranhão e Piauí (0,8%).

    O processo entre a notificação da família e o cancelamento dura cerca de um ano. Esse prazo foi definido pelo MDS para que a gestão municipal identifique os motivos que estão levando beneficiários a não acessarem os serviços de educação. “Esse tempo é para o poder público identificar a causa, atuar sobre essa situação e prevenir o cancelamento”, observa Maia.

    Os descumprimentos geralmente ocorrem nas famílias mais vulneráveis, que precisam do apoio do poder público municipal, por meio das áreas de assistência social, educação e saúde, para voltar a atender aos requisitos mínimos. Elas devem ser inseridas no acompanhamento familiar.

    Adolescentes - O monitoramento dos adolescentes de 16 e 17 anos é mais ágil e basta três descumprimentos para o cancelamento do benefício. Na primeira vez que a presença for inferior a 75% das aulas, a família também recebe uma advertência; na segunda, o benefício é suspenso; e cancelado na terceira.

    Do total de repercussões registrado para o público de 16 e 17 anos, 9% foram cancelamentos, 20% suspensões e 71% advertências. Os estados com os maiores índices foram São Paulo, com 13%, e Santa Catarina, com 12%. Os menores percentuais foram registrados no Amapá, com 1%, e no Acre, em Alagoas e no Pará, todos com 1,4%.

    Fonte:
    Roseli Garcia
    Ascom/MDS
    (61) 3433-1021
    www.mds.gov.br/saladeimprensa
     



  • CETEB discute turismo em Cachoeira


    23.07.2012 23h03m
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    Na próxima quarta-feira, 25, a Associação Centro de Educação Tecnológica do Estado da Bahia – CETEB, através do Centro Estadual de Educação ProfissionalCEEP Áureo de Oliveira Filho vai realizar uma Roda de Conversa com o Secretário de Turismo da Cidade de Cachoeira, Sr. Lourival Damião.

    Durante o evento, que começa no horário provável das 8 da manhã e com término previsto para às 14 horas, será proferida palestra sobre o Turismo Sustentável em Cachoeira. As discussões acontecerão no Auditório do CEEP Áureo de Oliveira Filho, localizado à rua Bruxelas, s/n Santa Mônica, Feira de Santana – BA. O diretor superintendente da CETEB, Claudenir Moreira Machado, terá prazer em acolher a comunidade nesta roda de conhecimento e sabedoria baiana.                                                    



  • Prouni: Candidatos têm até dia 26 para matrícula em segunda chamada


    23.07.2012 14h55m
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    Candidatos podem verificar se foram selecionados na segunda chamada do Programa Universidade para Todos (ProUni). Eles terão até a próxima sexta-feira, 26, para apresentar a documentação e efetuar matrícula na instituição em que receberam a bolsa. O resultado pode ser consultado no portal do ProUni, na central de atendimento do Ministério da Educação (pelo telefone 0800 616161) e pelas instituições participantes do programa.

     Os candidatos não selecionados ainda poderão solicitar inclusão em uma lista de espera. O período para manifestação de interesse na lista será entre os dias 2 e 4 de agosto. A partir de 7 de agosto poderão ocorrer novas convocações.

     Na segunda edição deste ano, o ProUni registrou 456.973 candidatos e 874.273 inscrições. Cada estudante pode optar por até dois cursos. Foram ofertadas 52.487 bolsas integrais aos estudantes com renda familiar, por pessoa, de até um salário mínimo e meio (R$ 933). os candidatos com renda familiar de até três salários mínimos (R$ 1.866) por pessoa puderam concorrer a 37.824 bolsas parciais (50% da mensalidade).

     Criado em 2004 pelo Ministério da Educação, o ProUni ofereceu mais de 1 milhão de bolsas de estudos em cursos de graduação e sequenciais de formação específica.

      



  • Bons frutos da PM de Feira são conhecidos na Argentina e compartilhados em jornada pedagógica


    22.07.2012 13h03m
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    Por Danilo Guerra e Sidnei Campos

    Desmistificar a figura da Polícia Militar como agente de repressão e aproximá-la dos espaços de formação cidadã, entre os quais a escola se apresenta com certo privilégio, é um dos principais objetivos do Polícia Ensina, projeto desenvolvido, cerca de três anos, pelo I BPMBatalhão de Polícia Militar – em Feira de Santana.

    Para avaliar os resultados alcançados e compartilhá-los com professores, diretores, coordenadores pedagógicos e outros sujeitos escolares, o BPM realizou no Dia Internacional da Amizade, 20 de julho, sexta-feira passada, na sede da instituição, a II Jornada Pedagógica do Projeto.

    Durante o encontroos presentes perceberam que tal é a importância das ações desenvolvidas nas escolas de Feira de Santana, que o projeto transpôs fronteiras e se tornou conhecido na Argentina. Em Buenos Aires, o Capitão PM Mateus de Carvalho, coordenador do projeto, mostrou a dinâmica de funcionamento do Polícia Ensina na segunda maior cidade da Bahia, durante o “II Congresso Internacional sobre Conflictos y Violencia em las Escuelas”, realizado entre osdias 14 e 16 de junho.

    Parceria

    Num processo de discussão democrática, os sujeitos escolares presentes à II Jornada Pedagógica puderam dialogar com a coordenação do projeto para aprimorá-lo em suas funções práticas.

    Para a professora Nilzete Barbosa, esse projeto tem melhorado e muito a relação entre a polícia e a comunidade escolar. ”O Policia Ensina é muito importante para a escola e estou muito feliz de participar deste projeto que serve para gente desmitificar a figura do policial. Precisamos trazer esse policial para perto de nós a fim de nos proteger e agora, também, para nos ensinar”, avaliou a pró, que também é diretora da Escola João Duarte Guilherme, localizada no bairro Limoeiro.

    Convicta da importância do projeto na minimização dos atos de violência cometidos dentro e fora da escola, a professora Renilda Borges Neves, diretora da escola Valdemira Alves Brito,localizada no Sítio Matias, destacou os ensinamentos transmitidos. “Esse projeto representa a união entre a segurança e a escola,. Através dele, os alunos têm a oportunidade de receber ensinamentos de noção de cidadania, de direitos de combate às drogas e com certeza vai trazer um resultado satisfatório para nossas crianças”, avaliou.

    Depois da comunidade escolar, o coordenador agora busca vencer mais um desafio, o envolvimento da família dos estudantes. “A nossa meta é atingir não as escolas, mas também conscientizar a comunidade para a importância do papel da policia na nossa sociedade. E com o apoio das escolas e colaboradores esse projeto vai se tornar ainda mais significante”, disse o coordenador.

    O Polícia Ensina trabalha com palestras sobre os temas Policia Cidadã, Combate às Drogas, Noções de Trânsito, Teatro, Expressão Corporal, Música e Meio Ambiente, realizadas pelos policiais militares nas escolas estaduais e municipais.

     

       



  • Sancionada lei que permite troca de dívidas de instituições de ensino por bolsas do ProUni


    22.07.2012 12h30m
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    A presidente Dilma Rosuseff sancionou quinta-feira passada (19) a lei que permitirá às instituições de ensino superior (IES) particulares converter até 90% das dívidas tributárias federais em bolsas de estudo do Programa Universidade para Todos (ProUni).

    As regras, publicadas no Diário Oficial da União, instituem o Programa de Estímulo à Reestruturação e ao Fortalecimento das Instituições de Ensino Superior (Proies), com o objetivo de “assegurar condições para a continuidade das atividades de entidades mantenedoras” para que não haja diminuição do número de matrículas e sejam recuperados os créditos tributários da União.

    Poderão fazer parte do programa instituições que estejam em “grave situação econômico-financeira”. Encaixam-se nesta condição aquelas que até 31 de maio apresentavam dívida tributária vencida que alcançasse pelo menos menos R$ 1.500 por aluno matriculado. A moratória das dívidas será concedida por um período de 12 meses para “viabilizar a superação de situação transitória de crise econômico-financeira da mantenedora da IES, a fim de permitir a manutenção de suas atividades”.

    Para participar do programa, as instituições de ensino terão de apresentar um plano de recuperação tributária e comprovar periodicamente sua capacidade de autofinanciamento e melhoria da gestão. Também é pré-requisito que a IES mantenha bons indicadores de qualidade do ensino nas avaliações aplicadas pelo Ministério da Educação (MEC).

     


    Fonte: Estadão -



  • O que aconteceu ao longo dos 100 dias de greve


    19.07.2012 18h35m
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  • Oposição não aceitará retirada forçada dos professores


    18.07.2012 19h23m
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    A bancada de Oposição da Assembleia Legislativa da Bahia, se reuniu nesta quarta-feira, 18, pela manhã,  com o presidente da Casa, deputado Marcelo Nilo (PDT), solicitando que o mesmo reveja a decisão de expulsar os professores da Assembleia.  O líder da oposição Paulo Azi (DEM) defende  uma solução negociada e advertiu que a bancada não aceitará qualquer tentativa de invasão policial ao prédio.

    A oposição emitiu nota pública de apoio aos professores ontem, 17, lembrando que os grevistas ocupam de maneira pacífica e ordeira o saguão da Casa, não havendo, portanto, nada que justifique ação policial. Azi frisou que Marcelo Nilo deveria utilizar o seu bom senso e poder político para fazer com que a comissão de Educação da Alba debata a questão da “caixa preta” do Fundeb  e fazer gestões junto ao governador Wagner para que seja menos intransigente e atenda as justas reivindicações dos professores. “Volto a alertar que esta é a Casa do diálogo e não da força”, reforçou Paulo Azi.



  • Prorrogada inscrição no SISU


    18.07.2012 19h17m
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    ministro da Educação, Alozio Mercadante, anunciou nesta quarta-feira (18) que o governo prorrogou até esta quinta (19) o prazo para que os candidatos do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) façam suas matrículas nas instituições de ensino para as quais foram selecionados.

    "Levando em conta que temos a paralisação dos técnicos, estamos prorrogando por 24 horas por margem de segurança. Não temos registro de problema no call center, mas estamos fazendo por segurança", afirmou Mercadante, em Brasília.

    Neste processo seletivo são oferecidas 30.548 vagas em 56 instituições de ensino superior, entre federais e estaduais. A seleção é feita com base no desempenho dos candidatos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

     

     


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